A luta

Lutar não é apenas seguir um caminho e ir em frente...é passar pelas armadilhas, lutar contra imperadores, matar leões apenas com uma pedra...E principalmente, evoluir dia após dia...
Marcius Fuchs

Comentem!!!

Fiéis leitores e leitoras!!! Faço meus textos para instigar o debate, então comentem, para debatermos todas as divergências que surgirão a partir da leitura!!! e tbm toda crítica, seja ela positiva ou negativa, é sempre bem vinda!!!!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Criminalização aos movimentos de luta

Voltamos a repressão ditatorial

Os Movimentos Sociais de luta são compostos por pessoas que, de alguma forma, são contrários à ordem vigente, confrontando-se assim com a concepção hegemônica de mundo. Compreendem que a construção de um novo homem é possível e “movimentam-se na sociedade” para explicitar seus projetos de cidade, campo, estado, país e mundo!
Neste ano, pudemos ver atos de repressão e de criminalização a movimentos sociais, parecendo-se em caráter e em truculência com os tempos idos da ditadura brasileira de 1964. Tais atrocidades foram vistas nos últimos atos públicos, marchas e acampamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e da Via Campesina, no Rio Grande do Sul. Só no mês de Junho, duas mobilizações da via campesina foram reprimidas com violência, e dois acampamentos, em áreas cedidas ao MST, foram despejados e acompanhados da destruição de escolas, plantações e criações de animais no norte do estado Gaúcho. A Brigada Militar (policia do estado do RS) utilizou de violência e opressão, resultando em pancadaria, por parte da brigada, e reunião do Conselho superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul com intuito de tronar esse movimento social ilegal, classificando como formação de quadrilha, e atraso para o progresso da sociedade!
Não é de agora que essa violência aos Movimentos Sociais vem acontecendo. No ano de 2007 vimos também ocupações ocorridas em reitorias por estudantes, manifestando-se contrários a reforma universitária, e ao REUNI, entre suas pautas regionais. Muitas dessas ocupações acabaram com prisões e agressões por parte da polícia, tratando mais uma vez, militantes, que lutam por uma universidade pública gratuita e de qualidade, como bandidos, como criminosos.
No ato: “Fora Yeda” puxado pela Via Campesina, tendo como pauta: “Fora a corrupção do estado e essas políticas de implantação das transnacionais para sugar a vida de nossa terra só para o bem dos opressores”. O governo – com seus braços armados da PM – utilizou armas, gás lacrimogêneo (até em crianças), balas de borracha e os costumeiros cacetetes, transformando um ato pacífico dos movimentos de luta em um ato de violência do governo. Na ocupação a reitoria da UFBA em 2007, não foi diferente, onde estudantes manifestavam-se contra os decretos feitos pelo atual governo federal, e mais uma vez, foi usada força e violência, em mais um ato pacífico feito pelo movimento estudantil.
Porém, os Movimentos Sociais não rebaixam suas bandeiras! Seguem reafirmando suas reinvindicações, ganhando força, apesar da repressão. A consciência de classe, o posicionamento por e pela classe trabalhadora, comprova que somos a maioria da população e que é essa classe quem sustenta o modo de produção capitalista – e que por tal motivo, deve tomar em suas mãos o poder. Como dizem os camaradas do MST: “Se o campo não planta, a cidade não come”. Se a classe trabalhadora se conscientizar e lutar por seus direitos, a classe hegemônica (burguesia) cairá, e não mais os movimentos de luta serão vistos como criminosos.
O MEEF é solidário a todos os Movimentos Sociais oprimidos e criminalizados! Somos “contra a criminalização dos movimentos sociais e em defesa de suas livres manifestações” – deliberação retirada na Plenária Final do ENEEF-08!



Obs: Este texto foi produzido para o primeiro jornalex da R6 do ano de 2008 pela atual coordenação da Regional 6 da Executiva Nacional de Estudantes de Educação Física da qual faço parte!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Dança, sexualidade e educação! Um meio para a superação!

Lendo o texto “A masculinidade do homem que dança: O ensaio sobre a constituição da Identidade sexual de bailarinos.” Surgiram questões em nossas mentes, questões essas que há muitos anos vêm sendo colocadas em nossa sociedade, questões sobre gêneros e sexualidade!


A primeira questão a colocar é: O que é ser normal? Se analisarmos o contexto social de cada indivíduo, cada um tem sua idiossincrasia, assim todos somos diferentes um dos outros, ou seja, não há como colocar um padrão de normalidade considerando que há contextos sociais próprios de cada ser.

Mas em que a sociedade se baseia para construir essa normalidade? Simplesmente nos interesses da classe dominante, pois a família atual capitalista baseia-se no Capital e no lucro privado, assim existindo a família centralizada, patriarcal, usando a mulher como um mero instrumento de produção, e para sustentar essa ideologia do sistema regente, usam da educação pra manter esses padrões ditos normais pela elite. E na dança não é diferente.

Historicamente a dança se confundiu com o desenvolvimento da humanidade, sempre ligada a momentos solenes se fez presente dos rituais religiosos aos rituais de guerra dando um aumento a sua importância, não vista em outras manifestações. E com a lógica burguesa de se apropriar de culturas para fortalecer seus interesses, usou a dança para coagir ainda mais essa “família” centralizada e essa “normalidade” da sexualidade humana.

O medo de tocar e ser tocado, a vergonha de manifestar seus sentimentos, não vem da natureza humana, como muitos afirmam, e sim da repressão histórica feita por interesses de uma minoria, como no feudalismo com a Igreja, e no capitalismo pela classe capitalista. Pois o tocar e ser tocado permite uma maior liberdade de expressão, um conhecimento e controle do corpo e de sua personalidade. Essa repressão histórica vem com o intuito de fortalecer os interesses de tal elite, de ver o homem como um simples meio de produção, alienando a sociedade a fim de fazê-la apenas reproduzir.

A dança como meio de cultura corporal, e método educacional, pode ser usada como um instrumento de libertação, usada como um efeito contrário à lógica burguesa, enfatizando a liberdade de expressão a fim de haver uma manifestação sentimental a ponto de superar a repressão da heteronormatividade (termo usado para enfatizar que a heterossexualidade é o padrão de normalidade sexual), equilibrando a existência da mulher, do homem e de suas diversas sexualidades.

No filme “Billy Eliot” podemos ver essa visão de homem como apenas modo de produção, quando o pai, trabalhador de uma mina de carvão mineral, obrigava seu filho a praticar o boxe, a fim de construir um homem forte para no futuro se tornar o centro da família para poder sustentar sua existência na sociedade, pois a classe trabalhadora vende sua força de trabalho, sua mercadoria, para permanecer com sua existência como classe trabalhadora, trocando o valor de sua mercadoria pelas suas necessidades básicas de existência, como comer, tomar água, etc... Assim, a escolha do menino em dançar balé foi altamente proibida pelo seu pai, pois a educação dada em sua sociedade foi a imposta pelos padrões burgueses de sustentação ao capital, como já foi citado antes.

Roubaram nossa cultura, roubaram nossa liberdade de expressão, nosso direito de pensar, nosso direito de escolha, falta muito pouco para roubarem de vez nosso direito de viver. Dessa maneira a dança pode ser mais um instrumento para ajudar a superar as repressões feitas pela sociedade capitalista, ajudando nas práticas sociais de cada indivíduo, tornando estes sujeitos pensantes capazes de lutar por todos nossos reais direitos, principalmente nosso direito de seres humanos, da nossa existência como pessoas frutos de uma sociedade igualitária e sem preconceitos.



Texto de: Marcius Fuchs


Guilherme Lovatto



Fontes:

Filme Billy Eliot do diretor Stephen Daldry;


O manifesto do Partido Comunista de Karl Marx;


Trabalho assalariado e capital & Salário preço e lucro de Karl Marx;


A masculinidade do homem que dança: O ensaio sobre a constituição da Identidade sexual de bailarinos. Pesquisa desenvolvida pelo coletivo de pesquisadores(as) do Grupo de Estudos e Pesquisas em Diversidade Sexual, Dança e Educação Física no NUPESC/DEF/UFPR.


terça-feira, 29 de abril de 2008

Ausente!

Galera, estarei ausente por alguns dias, pois estarei no EREEF Sul ( Encontro Regional dos Estudantes de Educação Física), em Curitiba! Por isso, mais uma vez demorarei para atualizar o blog!!!
Enquanto isso leiam os textos, comentem e debatam!!!
Abraço e Força na Luta a todos e todas!!!

sábado, 19 de abril de 2008

Repressão e Alienação x Libertação!

Venho mais uma vez mostrar minha indignação a um tipo específico de repressão, a repressão aos usuários de drogas – hoje mais especificamente dos usuários de maconha. Temos que pensar bem no que causa o conflito entre direitos e interesses, expressão corporal e moralismo burguês. Para tal, devemos saber um pouco mais sobre a história da causa de toda essa repressão, e depois criticarmos.


Desde 8.000 anos antes de Cristo até o início do séc. XX, a maioria dos produtos como cordas, velas (de embarcações), tecidos em geral, eram feitos da fibra da maconha. Com pouca tecnologia para a produção de produtos oriundos da planta, ficava difícil a produção em massa. Porém, em 1916, o departamento de Agricultura dos EUA declarou que estava sendo desenvolvida uma tecnologia capaz de tornar a maconha o principal produto agrícola dos EUA.


A proibição da maconha começou nos EUA na década de 30, pois grandes indústrias têxteis, como a companhia DuPont,empresários de plástico e de papel, como do mega-milionário , e possuidor dos principais meios de comunicação do país da época, William Randolph Hearst e grandes latifundiários de algodão, estavam ameaçados frente aos seus lucros. Caso não agissem contra a planta, os grandes burgueses perderiam bilhões de dólares. Observe-se que, só na área da produção do papel, um acre de plantação da Cannabis produz a mesma quantia de papel que quatro acres de árvores desmatadas.


Além da produção de papel, a maconha é ideal para a produção do plástico, de explosivos e têxtil. Porém, a DuPont acabara de patentear a produção de plástico oriundo do petróleo. Também o nylon, com suas tecnologias altamente poluidoras, sugando ainda mais a vida do planeta, se importando com interesses mercantis e esquecendo-se das questões sociais.


Os jornais da época, pertencentes a William Hearst, começaram a fazer uma forte campanha anti-maconha, enfatizando acidentes de carros causados por usuários da erva nas páginas principais. Já os causados por bêbados ficavam em terceiro plano e nas páginas internas, começando aí a repressão.


Com o fim da lei seca, o departamento que fiscalizava o comércio ilegal de bebidas alcoólicas não teria mais finalidade. Isso geraria bastante desempregados, o governo então, aproveitando o apoio da grande burguesia, usou da situação para por em prática a lei denominada “Marijuana Tax Act”, em 1937, com o objetivo de removê-la do mercado, apesar de muitos relatórios e pesquisas feitas na época enfatizando que o uso da droga era menos danoso que muitas drogas lícitas.


Em um espaço da coluna do jornalista Fabrício Minussi do jornal A Razão de Santa Maria do dia 19 de Abril de 2008, fala sobre a falta de maconha na cidade, pois a polícia federal está apreendendo a maioria da droga, assim tendo um aumento do uso de crack e cocaína aumentando a violência.


Não estou aqui para fazer apologia, nem mesmo para falar em legalização ou instigar o uso, e sim, mostrar que pessoas que usam drogas, têm seu direito de usar, sem sofrer preconceitos ou até mesmo agressões, pois toda violência gerada, não é pelo uso como a sociedade fala, e sim pela repressão.


Pergunto, qual a diferença entre álcool e maconha? Sabemos hoje, após pesquisas, que as bebidas alcoólicas também "queimam" neorônios, e fazem muito mais danos que a erva. A cerveja pode levar aos destilados e bebidas cada vez mais danosas, como a cannabis pode levar a outras drogas mais fortes. Porém, como há pessoas que tomam sua cerveja no final de semana e sabem controlar seu uso, há aquelas que fumam seu baseado e sabem controlar o uso.


Bom, as questões são: Até quando deixaremos os interesses burgueses e seu moralismo ditar as regras de nossa sociedade? Até quando eles sugarão a liberdade de escolha e direitos de cada cidadão? Até quando nossa terra será explorada e sucateada pelos mesmos? Cada um de nós tem sã consciência do que fazemos, do que escolhemos e do que acarretará nossas escolhas. Porém a alienação e preconceitos causados por interesses de poucos, fazem com que pessoas sejam reprimidas, seja por uso de drogas, por sua escolha sexual, por sua cor e infinitas características que são vistas como “anormais” pela maioria. Como diria no rico livro “O manifesto do Partido Comunista” de K. Marx e F. Engels, o pensamento da maioria é o pensamento da classe dominante, e esse pensamento “dominante” faz o mundo cair dia após dia em um poço sem fundo! Qual é o seu papel, reprimir ou se libertar?



Marcius Minervini Fuchs


domingo, 13 de abril de 2008

Perdão fiéis leitores e leitoras!

Fiéis leitores e leitoras do Suspiro da revolução!
Gostaria de pedir desculpas pela não atualização de meu blog, mas aconteceram alguns impecílhos para que não atualizasse o mesmo, porém em breve terá um novo texto para contribuir a leitura de todos e todas!
Saudações a todos e todas, e força na Luta!!!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

REUNI

O que será, o que será?

Em Abril, do ano passado, o atual governo decretou o projeto que institui o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais – o REUNI, “Decreto n° 6.096” . Um decreto que vem nas ondas do neoliberalismo para sucatear nosso ensino a ponto de terceirizá-lo. Para tentarmos entender melhor essa situação, primeiro devemos analisar esse programa com a maior atenção.

O REUNI vem com a proposta de expandir o número de vagas em 100% com um aumento de apenas 15% dos docentes, diminuir as vagas ociosas, aumentar a taxa de alunos/professor para 18 para um ( hoje a média é de dez para um), aumentar a taxa de conclusão de curso para 90% (a taxa nacional de conclusão, hoje, é de 60%), e também prevê um acréscimo de, no máximo, 20% no orçamento de 2007 em cinco anos.

Agora, o que esse “Apoio” pode ocasionar nas universidades federais? Analisando o projeto vêem-se as suas deficiências, como por exemplo, aumentar em curto prazo de tempo as vagas, sem contratação significante de professores, assim, as aulas virando palestras, os professores trabalhando o dobro, sem reajuste salarial, as pesquisas perderão seu valor, sem falar que além dessas aulas palestradas, a taxa de conclusão terá que aumentar, assim, os alunos passando sem uma real avaliação e aprendizagem.

O dinheiro que o governo “promete” nesse decreto é de apenas 20%, ou como diz no projeto, “de no máximo 20 %”. Essa verba pode vir, como pode vir menos do que o programa prevê, ou até não vir. Para que as Universidades possam receber esse acréscimo orçamentário, elas têm que cumprir com as metas do REUNI, caso o contrário, não recebem nada, e mesmo que recebam o bolo orçamentário pode até aumentar, mas as fatias diminuirão.

Lutas foram travadas contra essa reforma, professores, estudantes e funcionários de todo o Brasil lutaram. Foram mobilizadas 15 ocupações pelo país inteiro, porém o governo usou suas armas, como policiamento federal nas reitorias e prédios retirando os estudantes pela força sem argumentos significativos, usufruiu de Hospitais Universitários para a votação do projeto para os acadêmicos não poderem se manifestar, interditos proibitórios ferindo nossa constituição, e tantas outras coisas, tanto que no dia 21 de Dezembro de 2007 a UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) foi a última Universidade a aderir ao decreto, assim, 100% de adesão ao decreto n° 6.096.

E agora, o que será das nossas universidades? Agora nosso papel estudantes de todo o País, não é se entregar pelo fato do Governo ter ganho mais essa batalha, e sim, analisar e denunciar todos os males que o REUNI ocasionará nas nossas Universidades, pois mais reformas virão, e o nosso papel é barrá-las, para podermos continuar lutando por uma Universidade pública, gratuita e de qualidade, e ganharmos a guerra!

Marcius Fuchs





domingo, 17 de fevereiro de 2008

Anéis Olímpicos

Uma representação falsa

Em 1913 foi criado os cinco anéis olímpicos, representando os cinco continentes unidos pelo esporte. O preto representa a África, o amarelo a Ásia, o azul a Oceania, o vermelho a América e a Europa é simbolizada pelo verde.
A representação dos cinco continentes unidos é uma idéia muito boa, porém quando se trata de esportes competitivos, de alto rendimento, poucos alcançam o mais alto patamar para poderem participar. Não há, também, uma união entre os países participantes, pois a finalidade é ganhar e deixar os outros para trás.
Os anéis olímpicos simbolizam as Olimpíadas, o maior campeonato de esportes de alto rendimento do mundo, e não da Educação Física, que tanto vem sendo estudada e que mostra a abrangência que temos como cultura corporal do movimento.
Poderiam mesmo os anéis representar só as Olimpíadas. Mas vamos pegar alguns dados de 2004, ano dos últimos Jogos, em Atenas, para analisarmos o que mais esse símbolo pode significar.
A cada cinco minutos, em 2004, morria uma criança de fome no mundo, segundo o relatório do Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação. Mais de 100 mil pessoas morriam devido à fome todos os dias ao redor do mundo. A cada quatro minutos uma criança ficava cega por falta de vitamina A. Isso acontecia enquanto você via um dardo sendo lançado e caindo no chão, enquanto você se divertia e esquecia do mundo ao seu redor.
Mas não podemos nos esquecer que os Jogos Olímpicos também são uma representação do que é o nosso sistema hoje, onde os mais bem sucedidos conseguem tudo. Os que competem são uma parte muito pequena da população; as Olimpíadas são para as elites e poucos têm acesso a elas. E isso reflete muito a polarização das riquezas no mundo, como Marx dizia: a lei geral da acumulação capitalista implica necessariamente, ao lado da acumulação de riqueza nas mãos de cada vez mais ricos, a generalização da miséria entre os povos de todo o mundo, ou seja, cada vez menos pessoas com muita riqueza e mais pessoas na miséria.
Também não podemos esquecer as doenças que se alastravam na época, como o HIV, que contaminou 4,9 milhões de pessoas e matou 3,1 milhões. E de todos os países, a África do Sul foi o que mais sofreu com essa praga: em 2004, 6,2 milhões de sul-africanos estavam infectados com o vírus.
É comum as pessoas relacionarem os Anéis Olímpicos com a Educação Física, porém, nós não somos alienação, nós não somos só alto rendimento: nós somos pensamento, cultura e educação também.
Será mesmo que esse símbolo representa a Educação Física?! Ou mostra a alienação que tanto o sistema vem impondo e as pessoas cada vez mais se entregam a essa opressão?!
Os anéis não representam só o esporte de alto nível, representam o distanciamento que as pessoas possuem da realidade; distanciamento que tanto esconde a fome, as doenças, as desigualdades sociais e que além de tudo vem distorcendo a imagem da Educação Física para o ser que sua e não pensa.
Marcius Fuchs